Os desgostos de amor davam-me para isto!
E este é o último da serie!
Mar de Chamas
Estou tão cansada, sinto-me como se caminhasse por entre um mar de areia escaldante, que me queima os pés e a alma.
Tento
lutar contra aquilo que sinto, aquilo que não sinto, contra aquilo que
me rodeia, aquilo que me mata, aquilo que me consome.
Às vezes é tão
difícil continuar a andar sobre a chama, queria parar, cair, levantar-me
e andar de novo, até ao oásis, até ao tão aclamado oásis que teima em
não acudir.
A miragem chega a ser uma cruel ilusão que me tortura a
cada movimento, a cada passo a cada olhar, e que se desvanece assim que
me aproximo.
Mal consigo levantar os pés para prosseguir a caminhada
até… não sei até onde, até ao fim do infinito deserto escaldante, que me
mata e me consome.
A minha alma tem sede, sede de água, sede de sangue, sede de vida, sede de lágrimas, sede de chuva, sede.
Olho
em redor, não vejo ninguém, não consigo ver ninguém no que parecem ser
quilómetros de chamas saídas das áridas paisagens deste deserto. Só vejo
vermelho, vermelho de sangue, vermelho de ódio, de ódio, que sentimento
feio, ódio, não conheço esse sentimento, ódio, nunca ninguém me ensinou
o que era o ódio.
Não consigo sentir, a minha alma está demasiado cansada de sentir, ou de não sentir, não sei.
Olho
para o céu, está tão escuro…um céu negro no meio de um deserto vermelho
e escaldante, quero que chova, mas nem uma gota para acabar com a minha
agonia, com a minha sede.
À minha frente caiu um raio, um raio
prateado que penetrou na escaldante areia do deserto vermelho. Não me
acertou por pouco, mas de repente, chuva, chuva vermelha, gotas de
sangue vindas de um céu negro. Gotas abrasadoras que queimam a areia
escaldante, e que me queimam a mim.
Dói, dói muito, sinto o corpo a
arder, sinto a alma a arder, cada gota é uma pequena tortura, num mar de
torturas maiores que me consomem.
De tanta dor já nem sinto nada,
quero chorar mas as lágrimas não caiem, estão presas, tento arrancá-las
dos meus olhos mas não caiem, puxo mas não caiem.
Caminho mais um
pouco, com uma réstia de esperança de vislumbrar a saída do deserto
infinito que teimo em percorrer, mas ela não aparece. Não vai aparecer.
Quero alguém que me resgate desta pequena tortura pessoal, alguém que me
ensine o caminho que leva ao fim do deserto, do infinito deserto que
teimo em percorrer.
Não consigo sair sozinha, é tão longe a saída, já
não tenho força para andar…quero alguém que me liberte desta prisão,
deste inferno de Dante, do inferno de Dante que criei para mim.
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
à(s) 08:00 Publicada por Nana Comments: (0)25 de Novembro 9#
Sim, era o cinema...
Aquilo que...
...podia ter sido uma tarde agradável transformou-se no degredo! by colega de casa da Naninha
Depois das médias no miradouro de Santa Catarina, paraíso, Baixa Chiado, Saldanha, casa!
Aquilo que...
...podia ter sido uma tarde agradável transformou-se no degredo! by colega de casa da Naninha
quarta-feira, 4 de julho de 2012
à(s) 08:00 Publicada por Nana Comments: (0)25 de Novembro 8#
Continuo a não perceber qual é a fixação das pessoas com isto, mas não é rara a vez em que lá se ouve o click do corta unhas...e eu acho isto tão nogento, mas tão nogento....ai =S
É super nojento quando...
...vou no comboio e vejo ao meu lado um homem a cortar as unhas. E
deviam ser altas sacholas porque o barulho do corta-unhas era
ensurdecedor!!!
É super nojento quando...
quarta-feira, 27 de junho de 2012
à(s) 08:00 Publicada por Nana Comments: (2)25 de Novembro 7#
De sete rios para entrecampos, vai para meleças??? Oi?? Quando muito para o Oriente, ou para Alverca, ou para a Azambuja....
Aiai, está gente que não sabe andar de comboio dá-me azia!
Definitivamente...
...não sei andar de comboio:
1 - Tenho que perguntar sempre, que comboio vai para o sitio para onde quero ir! Sabia lá eu que o comboio que vai de sete rios para entrecampos acaba em meleças...
2 - Na hora de sair vou sempre para a porta do lado oposto aquela para onde tenho que ir, e quando descubro que a porta que vai abrir é a que está atrás de mim rio-me que nem uma perdida!
3 - Nunca encontro o botão que faz abrir a porta!
Aiai, está gente que não sabe andar de comboio dá-me azia!
Definitivamente...
1 - Tenho que perguntar sempre, que comboio vai para o sitio para onde quero ir! Sabia lá eu que o comboio que vai de sete rios para entrecampos acaba em meleças...
2 - Na hora de sair vou sempre para a porta do lado oposto aquela para onde tenho que ir, e quando descubro que a porta que vai abrir é a que está atrás de mim rio-me que nem uma perdida!
3 - Nunca encontro o botão que faz abrir a porta!
quarta-feira, 20 de junho de 2012
à(s) 08:00 Publicada por Nana Comments: (0)25 de Novembro 6#
Ainda hoje me faz espécie pensar nesta situação...
E sim foi mesmo real, não foi produto da minha imaginação, até porque as bocas não ficaram por ali!
(aiiiiii gosto tanto do Kevin e do Scotty!)
Gosto muito de ir comer sushi...
...mas se é para ser assediada por dois meninos gay, chateio-me um bocadinho!
Eu não tenho nada contra gays muito pelo contrario, se eles são felizes eh pah espetáculo!Agora quer dizer, se são gays assediem lá os amigos deles, não me venham assediar a mim que sou gaja!
Ainda se fosse um homem como deve ser até que não me tinha importado...
E depois ainda tive que ouvir:
Gay de cinzento (ao chegar á mesa dele) - 'Tás gira hoje 'tás!
Naninha (baixinho para a Outra) - 'Tou não 'tou!
Gay de cinzento para o gay de verde) - Não estejas a olhar para mim não és tu é a menina atrás de ti!
Naninha - Ups!!!
E sim foi mesmo real, não foi produto da minha imaginação, até porque as bocas não ficaram por ali!
(aiiiiii gosto tanto do Kevin e do Scotty!)
Gosto muito de ir comer sushi...
Eu não tenho nada contra gays muito pelo contrario, se eles são felizes eh pah espetáculo!Agora quer dizer, se são gays assediem lá os amigos deles, não me venham assediar a mim que sou gaja!
Ainda se fosse um homem como deve ser até que não me tinha importado...
E depois ainda tive que ouvir:
Gay de cinzento (ao chegar á mesa dele) - 'Tás gira hoje 'tás!
Naninha (baixinho para a Outra) - 'Tou não 'tou!
Gay de cinzento para o gay de verde) - Não estejas a olhar para mim não és tu é a menina atrás de ti!
Naninha - Ups!!!
quarta-feira, 13 de junho de 2012
à(s) 08:00 Publicada por Nana Comments: (0)25 de Novembro 5#
Depois de um ano e tal ainda dou graças todos os dias, por poder viver sozinha!
É que isto de partilhar casa com outras pessoas não era mesmo para mim....
Tão contentinha que estava sozinha em casa!
Mas o que era bom acabou-se! A colega já voltou de férias.
Ai como a Naninha gostava de viver sozinha!!Uma casinha inteira só para mim!Era tão, mas tão, mas tão fabuloso...
imagem: pinterest
É que isto de partilhar casa com outras pessoas não era mesmo para mim....
Tão contentinha que estava sozinha em casa!
Mas o que era bom acabou-se! A colega já voltou de férias.Ai como a Naninha gostava de viver sozinha!!Uma casinha inteira só para mim!Era tão, mas tão, mas tão fabuloso...
imagem: pinterest
quarta-feira, 6 de junho de 2012
à(s) 08:00 Publicada por Nana Comments: (0)25 de Novembro 4#
E não é que descobri que em Lisboa também há amoladores, e não só, descobri que tocam a mesma musica naqueles tubinhos!
Só não sei ainda se a questão das botas/sapatos se mantêm.
No que diz respeito às sardinhas, aqui em Lisboa não sei, mas ao pé de minha casa as pessoas levam os assadores para o parque de feiras e ficam lá a assá-las.
Há uma coisa que me faz confusão:
Onde é que se afiam facas em Lisboa??
Em Portalegre é o pai quem afia ou então o amolador de facas. Até há aquela história de que se o Sr. afia facas vier de sapatos no dia a seguir está sol e se vier de botas no dia a seguir chove. Mas em Lisboa onde é que se afiam facas??Também há um Sr. afia facas que anda pelas ruas a tocar uma coisinha com muitos tubos??
Onde é que as pessoas afiam facas??Onde, onde??
Ahh..e as pessoas que vivem em apartamentos sem varandas onde é que assam sardinhas??
Só não sei ainda se a questão das botas/sapatos se mantêm.
No que diz respeito às sardinhas, aqui em Lisboa não sei, mas ao pé de minha casa as pessoas levam os assadores para o parque de feiras e ficam lá a assá-las.
Há uma coisa que me faz confusão:
Em Portalegre é o pai quem afia ou então o amolador de facas. Até há aquela história de que se o Sr. afia facas vier de sapatos no dia a seguir está sol e se vier de botas no dia a seguir chove. Mas em Lisboa onde é que se afiam facas??Também há um Sr. afia facas que anda pelas ruas a tocar uma coisinha com muitos tubos??
Onde é que as pessoas afiam facas??Onde, onde??
Ahh..e as pessoas que vivem em apartamentos sem varandas onde é que assam sardinhas??
quarta-feira, 30 de maio de 2012
à(s) 08:00 Publicada por Nana Comments: (4)25 de novembro #3
Ainda não sei muito bem como se trata disto.
Até porque da ultima vez que tive um torcicolo, sai da massagista tão negra tão negra, mas tão negra que jurei que nunca mais la ia.
Mais coisas que me fazem confusão!!
Em Lisboa, quando uma pessoa tem um torcicolo, daqueles mesmo maus, que duram aí uns três dias, onde é que vai?
Em Portalegre vou ao endireita. E em Lisboa?As pessoas vão as massagista?
É que quando vou ao endireita, durante uma hora ele fica ali a virar e a revirar-me o pescoço, e a fazer umas massagens que de relaxante têm muito pouco. Durante essa hora fico com um medo tremendo de sair de lá sem pescoço e ao fim de 5 minutos as dores que tenho são mesmo das massagens e não do torcicolo. No fim da consulta dou-lhe uma nota de 10 euros e o senhor, que se encontra sempre bastante alcoolizado, fica todo contente a pensar que é uma nota de 50 e no dia a seguir já estou fina!
Se for ao massagista, está bem que o senhor é muito delicado, e faz uma massagem muito relaxante, mas que alivia em muito pouco a dor. No fim da secção continua a doer-me o pescoço. Dou-lhe uma nota de 50 euros e ele fica fulo porque acha que eu devia dar-lhe uma de 100. E ainda por cima manda-me ir lá mais duas vezes. Ora se o torcicolo dura ai três dias e eu só vou ao massagista no segundo dia, significa que sim, vou curar o torcicolo, mas ele curou-se sozinho e não graças ao massagista.
Portanto se estiver em Lisboa, mais vale esperar que o torcicolo passe, e entretanto ir pondo emplastros e cremes para aliviar a dor muscular.
Até porque da ultima vez que tive um torcicolo, sai da massagista tão negra tão negra, mas tão negra que jurei que nunca mais la ia.
Mais coisas que me fazem confusão!!
Em Lisboa, quando uma pessoa tem um torcicolo, daqueles mesmo maus, que duram aí uns três dias, onde é que vai?Em Portalegre vou ao endireita. E em Lisboa?As pessoas vão as massagista?
É que quando vou ao endireita, durante uma hora ele fica ali a virar e a revirar-me o pescoço, e a fazer umas massagens que de relaxante têm muito pouco. Durante essa hora fico com um medo tremendo de sair de lá sem pescoço e ao fim de 5 minutos as dores que tenho são mesmo das massagens e não do torcicolo. No fim da consulta dou-lhe uma nota de 10 euros e o senhor, que se encontra sempre bastante alcoolizado, fica todo contente a pensar que é uma nota de 50 e no dia a seguir já estou fina!
Se for ao massagista, está bem que o senhor é muito delicado, e faz uma massagem muito relaxante, mas que alivia em muito pouco a dor. No fim da secção continua a doer-me o pescoço. Dou-lhe uma nota de 50 euros e ele fica fulo porque acha que eu devia dar-lhe uma de 100. E ainda por cima manda-me ir lá mais duas vezes. Ora se o torcicolo dura ai três dias e eu só vou ao massagista no segundo dia, significa que sim, vou curar o torcicolo, mas ele curou-se sozinho e não graças ao massagista.
Portanto se estiver em Lisboa, mais vale esperar que o torcicolo passe, e entretanto ir pondo emplastros e cremes para aliviar a dor muscular.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
à(s) 08:00 Publicada por Nana Comments: (0)25denovembro #2
Mais um desta serie.
Este surgiu assim num pico de inspiração...
Até está engraçadito.
Sexo, Ice Tea e Ornatos Violeta
Já era o segundo em três anos que lhe partia o coração. E agora, ali
estava ela de novo, com a cabeça entre as mãos, numa tentativa
desesperada de conter a raiva e as lágrimas que a dominavam.
Havia muito tempo que jurara nunca mais amar ninguém, mas o destino pregara-lhe uma partida...ele era o mais velho e experiente de todos os que havia alguma vez conhecido. Mal percebeu quando se aproximou dela e a fez sentir-se uma verdadeira princesa.
Toda aquela atenção, todo aquele cuidado, quase paternal, chocaram-na. Ela que já nem a uma carícia estava habituada. Todo aquele desvelo resultou como um estimulante natural, e a necessidade de amor foi mais forte.
Ela deixou que ele a tomasse em seus braços, deixou-se beijar e deixou-se possuir. De facto o sexo com aquele espécime masculino era alucinante. Ora estavam prestes a atingir o clímax num local público rodeados de pessoas, como mais depressa estavam a fazer amor numa cama cheia de pétalas de rosa e imaculados lençóis brancos ao som das suas músicas preferidas.
Era por tudo isto que ela não percebia o que acontecera mais cedo nesse dia. Ele havia-se despedido como sempre fazia antes de a deixar ir trabalhar. Nem sabia como conseguia ir trabalhar todas as manhãs depois de uma despedida daquelas. Mas com alguma persistência lá acabava por se afastar da parede onde ele a encostava numa tentativa de a convencer a mais uma sessão de sexo matinal.
Naquela manhã, depois de muito choramingar lá se libertou dos seus braços e ia seguir diretamente para o trabalho. De facto já estava dentro do carro quando sentiu a porta do pendura a fechar. Era ele!
- Vim dizer-te que já não te quero mais.
Achou aquela, a mais estúpida das brincadeiras, mas riu-se.
- Vá, vá, pára com as brincadeiras e deixa-me ir trabalhar. - Mas ele nem respondeu e saiu.
Ficou a vê-lo afastar-se e nesse momento percebeu que não era uma brincadeira, ele não a queria mais e ela nem ao menos sabia porquê.
Se soubesse o motivo talvez pudesse fazê-lo mudar de ideias. Não era demasiadamente orgulhosa para isso...antes a dor atroz.
"Ouvi dizer que o nosso amor acabou e eu não tive a noção do seu fim, pelo que eu já tentei eu não vou vê-lo em mim, se eu não tive a noção de ver nascer o homem..." O despertador acordava-a agora do mais estranho dos sonhos. Quem era aquele misterioso homem? "...e ao que eu vejo tudo foi para ti uma estúpida canção que só eu ouvi, e eu fiquei com tanto para dar e agora, não vais deixar que eu pague a conta..." o despertador tocava. "...E pudesse eu pagar de outra forma..."Apeteceu-lhe atirá-lo contra a parede, mas limitou-se a desligá-lo, levantou-se de um pulo e voo para o chuveiro. 6 Horas mais um dia que começava!
Este surgiu assim num pico de inspiração...
Até está engraçadito.
Sexo, Ice Tea e Ornatos Violeta
Já era o segundo em três anos que lhe partia o coração. E agora, ali
estava ela de novo, com a cabeça entre as mãos, numa tentativa
desesperada de conter a raiva e as lágrimas que a dominavam. Havia muito tempo que jurara nunca mais amar ninguém, mas o destino pregara-lhe uma partida...ele era o mais velho e experiente de todos os que havia alguma vez conhecido. Mal percebeu quando se aproximou dela e a fez sentir-se uma verdadeira princesa.
Toda aquela atenção, todo aquele cuidado, quase paternal, chocaram-na. Ela que já nem a uma carícia estava habituada. Todo aquele desvelo resultou como um estimulante natural, e a necessidade de amor foi mais forte.
Ela deixou que ele a tomasse em seus braços, deixou-se beijar e deixou-se possuir. De facto o sexo com aquele espécime masculino era alucinante. Ora estavam prestes a atingir o clímax num local público rodeados de pessoas, como mais depressa estavam a fazer amor numa cama cheia de pétalas de rosa e imaculados lençóis brancos ao som das suas músicas preferidas.
Era por tudo isto que ela não percebia o que acontecera mais cedo nesse dia. Ele havia-se despedido como sempre fazia antes de a deixar ir trabalhar. Nem sabia como conseguia ir trabalhar todas as manhãs depois de uma despedida daquelas. Mas com alguma persistência lá acabava por se afastar da parede onde ele a encostava numa tentativa de a convencer a mais uma sessão de sexo matinal.
Naquela manhã, depois de muito choramingar lá se libertou dos seus braços e ia seguir diretamente para o trabalho. De facto já estava dentro do carro quando sentiu a porta do pendura a fechar. Era ele!
- Vim dizer-te que já não te quero mais.
Achou aquela, a mais estúpida das brincadeiras, mas riu-se.
- Vá, vá, pára com as brincadeiras e deixa-me ir trabalhar. - Mas ele nem respondeu e saiu.
Ficou a vê-lo afastar-se e nesse momento percebeu que não era uma brincadeira, ele não a queria mais e ela nem ao menos sabia porquê.
Se soubesse o motivo talvez pudesse fazê-lo mudar de ideias. Não era demasiadamente orgulhosa para isso...antes a dor atroz.
"Ouvi dizer que o nosso amor acabou e eu não tive a noção do seu fim, pelo que eu já tentei eu não vou vê-lo em mim, se eu não tive a noção de ver nascer o homem..." O despertador acordava-a agora do mais estranho dos sonhos. Quem era aquele misterioso homem? "...e ao que eu vejo tudo foi para ti uma estúpida canção que só eu ouvi, e eu fiquei com tanto para dar e agora, não vais deixar que eu pague a conta..." o despertador tocava. "...E pudesse eu pagar de outra forma..."Apeteceu-lhe atirá-lo contra a parede, mas limitou-se a desligá-lo, levantou-se de um pulo e voo para o chuveiro. 6 Horas mais um dia que começava!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
à(s) 08:44 Publicada por Nana Comments: (1)25denovembro #1
Antes de ter o "Miss Nana Na Terra Dos Crescidos", tive um outro blog (25deNovembro)!
Ontem estava a ler uns post's antigos e a verdade é que me fartei de rir com umas coisas, e descobri que outras até estavam relativamente bem escritas.
Então decidi recuperar aqui alguns dos textos que escrevi na altura.
Ele há coisas...
Estava a Naninha muito bem no balneário do ginásio a equipar-se,
quando de repente ouve duas gajas a falar num chinês/japonês nas picoas e
quando mal me descuido, pimba as gajas estavam a falar do sitio onde se
enfarda sushi à bruta e onde já não vou à algum tempo...
Ora pois que fiquei logo com vontade de sushi e a concentração no exercício foi-se!
Além disso, quando me inscrevi no ginásio não me avisaram que cada vez que entrasse nos balneareos ia ver uma quantidade incalculável de cus e mamas ao léu...quer dizer como se já não bastasse ter que trocar de roupa ali em frente de gente que nunca vi na vida, ainda vejo os cus e as mamas das outras!!!
Eh pah quer dizer não é muito agradável. No mínimo arranjavam um sitio onde cada pessoa pudesse despir-se e vestir-se á vontade sem se expor e sem ser exposta às visões dos outros corpos!!!
Ontem estava a ler uns post's antigos e a verdade é que me fartei de rir com umas coisas, e descobri que outras até estavam relativamente bem escritas.
Então decidi recuperar aqui alguns dos textos que escrevi na altura.
Ele há coisas...
Estava a Naninha muito bem no balneário do ginásio a equipar-se,
quando de repente ouve duas gajas a falar num chinês/japonês nas picoas e
quando mal me descuido, pimba as gajas estavam a falar do sitio onde se
enfarda sushi à bruta e onde já não vou à algum tempo...Ora pois que fiquei logo com vontade de sushi e a concentração no exercício foi-se!
Além disso, quando me inscrevi no ginásio não me avisaram que cada vez que entrasse nos balneareos ia ver uma quantidade incalculável de cus e mamas ao léu...quer dizer como se já não bastasse ter que trocar de roupa ali em frente de gente que nunca vi na vida, ainda vejo os cus e as mamas das outras!!!
Eh pah quer dizer não é muito agradável. No mínimo arranjavam um sitio onde cada pessoa pudesse despir-se e vestir-se á vontade sem se expor e sem ser exposta às visões dos outros corpos!!!
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